Chutar a Vida

01-02-2018

Trabalho realizado pela aluna Sofia Oliveira, do 8.º ano, turma C

Elementos Paratextuais

  • Título: Chutar a Vida
  • Autora: Clarisse Queirós
  • Editora: 7 Dias 6 Noites - Editores Unipessoal, Lda.
  • Ano de Edição: 2010
  • Páginas: 141

Clarisse Queirós

Socióloga, conselheira de luto e escritora, Clarisse Queirós nasceu a 17 de outubro de 1984 em Ronsy-Sous-Bois, França. Viveu grande parte da sua infância neste país até vir para Portugal, terra natal dos seus pais. Prosseguiu os estudos na área da Música e do Turismo.

Em 2008 Licenciou-se em Sociologia e em 2014, completou o Mestrado em Sociologia - Desenvolvimento e Políticas Sociais, pela Universidade do Minho. A leitura e a escrita são um dos seus fascínios e, em 2010, publicou o seu primeiro livro Chutar a Vida. Colabora com o Jornal Ecos do Sameiro, em Braga, com a Revista Optimismus Magazine (edição online), criou em 2017 a RPL - Revista Portuguesa sobre o Luto (edição online) e realiza consultas do luto, num consultório, em Braga.

A História...

Este livro fala de uma rapariga que era muito inteligente, adorava a escola e tinha muitos planos para o futuro; no entanto; ela teve de abandonar os estudos por razões financeiras. Ficou destroçada ao ponto de começar a consumir drogas. Ela pensava que quando quisesse parar de consumir simplesmente parava, mas nada é assim.

Continuou a consumir e, quando se apercebeu, já se tinha tornado uma toxicodependente, tinha deixado de falar com os verdadeiros amigos e com a família que só a queria ajudar naquele momento. Desprezava tudo e todos. Fazia tudo para conseguir droga. Começou a cometer infrações e a vender-se a si própria, pois sem droga a vida já não fazia sentido. Chegou a altura em que ela não aguentava mais a ressaca e contou à mãe que era toxicodependente. No início, houve uma má reação, mas depois a mãe fez tudo para a conseguir ajudar a ultrapassar esta situação.

Depois de várias tentativas e recaídas, ela recuperou totalmente e conseguiu seguir a vida como qualquer pessoa normal, construir uma família e ter um emprego em que se destacou.

Esta história não se refere só a esta rapariga mas também a várias pessoas que já tiveram nesta situação e conseguiram sair tornando-se, muitas vezes, pessoas exemplares. Isto mostra que não e impossível deixar o vício das drogas, mas é preciso ter muita força de vontade e não desistir. Se a primeira tentativa de recuperação falhou, significa voltar a tentar e conseguir livrar-se desse mundo em que ninguém devia estar, pois o mundo da droga é horrível. Hoje é muito fácil o acesso a este mundo e todo o cuidado tem de ser redobrado.

Lembro que há casos em que as pessoas não conseguem recuperar e a droga fica na sua vida para sempre.